Pular para o conteúdo
Marina DuartePsicóloga · CRP 06/98765
Especialidade

Terapia para ansiedade

Ansiedade não é falta de força de vontade — é um sistema de alarme calibrado alto demais. Na terapia, você aprende a entender o que dispara esse alarme e a respondê-lo de um jeito novo, em vez de apenas tentar 'se acalmar'.

Sinais

Como a ansiedade costuma aparecer

Reconhecer o padrão é o primeiro movimento. Você não precisa marcar todos os itens — um já é motivo suficiente para conversar.

  • Preocupações que se repetem em looping, difíceis de desligar
  • Tensão no corpo: mandíbula travada, ombros altos, estômago apertado
  • Dificuldade para dormir ou sono que não descansa
  • Irritabilidade com coisas pequenas
  • Evitar situações, conversas ou decisões que geram desconforto
  • Sensação de que algo ruim está sempre prestes a acontecer
  • Coração acelerado, falta de ar ou tontura em momentos de pico
  • Cansaço mental no fim de dias em que 'nada aconteceu'
O trabalho

Como a terapia ajuda

Três frentes que costumam organizar o processo — sempre ajustadas à sua história.

  1. Mapear os gatilhos

    Identificamos juntos as situações, pensamentos e sensações que ativam o ciclo ansioso — porque não dá para mudar o que ainda não tem nome.

  2. Reorganizar a resposta

    Com técnicas da TCC, você aprende a examinar as previsões catastróficas da mente e a testá-las na prática, reduzindo o poder que elas têm.

  3. Recuperar terreno

    Aos poucos, retomamos o que a ansiedade foi tirando: sono, decisões, convívio, projetos. O objetivo não é nunca mais sentir ansiedade — é ela deixar de decidir por você.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre ansiedade

Ansiedade é uma emoção humana e tem função protetiva — ela não deve (nem precisa) desaparecer. O que a terapia trabalha é o transtorno: a intensidade, a frequência e o quanto ela limita sua vida. A maioria das pessoas percebe mudanças concretas nesse padrão ao longo do processo.

Nem sempre. Em muitos casos a psicoterapia é suficiente; em outros, a combinação com acompanhamento psiquiátrico traz melhores resultados. Quando a avaliação indica essa possibilidade, converso com você abertamente e posso indicar profissionais de confiança — a decisão é sempre sua.

São experiências parecidas, mas com diferenças importantes de intensidade e duração. O ataque de pânico tem pico súbito e sintomas físicos fortes; a crise de ansiedade costuma ser mais gradual. Na avaliação inicial, entendemos o que acontece com você especificamente.

Outras dúvidas sobre o processo? Veja como funciona o atendimento

Que tal dar o primeiro passo ainda hoje?

Uma conversa de 15 minutos, gratuita e sem compromisso, para você conhecer meu trabalho e decidir com calma.

Resposta em até 1 dia útil · Sigilo desde o primeiro contato